06 de Maio 2012 Celebração da LUA CHEIA Com Cibele Santos
11, 12 e 13 de Maio 2012 Workshop de Danças Circulares C com Pablo Scornik e Sergio Malqui
13, 14 e 15 de Julho 2012 A História de uma folha Danças Circulares Cristiana Menezes
24 de Junho 2012 Celebração do Solstício de Inverno Com Vilmar Conzatti
29 e 30 de Junho e 01 de Julho 2012 III Capacitação em Danças Circulares e Jogos Cooperativos com Unitá
06, 07 e 08 de Julho 2012 Dança dos Povos Com Cibele Santos
31/8 e 01 e 02 de Setembro 2012 Workshop de Danças Circulares "Sobre Asas e Raízes" Com Sandra Cabral - Realização Unitá
05, 06 e 07 de Outubro 2012 Dança dos Povos Com Cibele Santos
De 10 a 13 de Janeiro 2013 Aprofundando a Dança - Iniciantes Com Vilmar Conzatti
De 16 a 20 de Janeiro 2013 Aprofundando a Dança - Avançado Com Vilmar Conzatti

   DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS
            Desde o início dos tempos, o homem encontrou na dança uma forma de comunicação com os Deuses, com a natureza que o envolvia e com os outros homens.
            As Danças Circulares são feitas em grupos, na maioria das vezes de mãos dadas. Sãos originais da cultura de vários povos ou regiões, ou inspiradas em diversas tradições, ou ainda chegaram através de pessoas ligadas profundamente à dança e que vêem nesta um veículo de comunhão, reconexão  com a fonte de vida, alegria e oração.
            São dançadas em grupo formando um círculo, e através da música, do movimento, do ritmo e do silêncio meditativo possibilitam a cada ser e ao grupo a conexão com a energia una e o Espírito da Dança.

     DANÇAS SAGRADAS (como iniciou)
            Bernard Wosien, bailarino e coreógrafo alemão, a partir de 1952 começou a pesquisar as rodas antigas da Europa Oriental e desenvolveu a Meditação da Dança através da união da Dança Folclórica(horizontal) com a Dança Clássica(vertical). Em 1976 teve contato com a “Findhorn Foundation” onde apresentou a sua proposta  que se espalhou pelo mundo através de um movimento denominado de Danças Sagradas.
            As Danças chegaram ao Brasil, principalmente através da “Comunidade Nazaré Paulista” onde  elas tornaram-se instrumento de despertar, aprofundamento espiritual, auto conhecimento e vivência grupal.
            Hoje encontramos rodas de Danças Circulares em todo país.     

         As Danças Circulares permitem ou possibilitam a vivência de experiências pessoais, grupais e de conexão com a unidade. É possível desenvolver vivências nos níveis físico, emocional e também metafísico. Na educação pode ser um instrumento para desenvolver a ludicidade, na psicologia pode trabalhar no nível do simbólico e nas terapias alternativas busca a cura.
            Os participantes fazem novas descobertas através dos movimentos, pois quando dançam acabam se expondo fisicamente, emocionalmente e espiritualmente, tornando-se mais sensíveis, e principalmente respeitando o corpo e a própria natureza. Depois que as pessoas dançam, passam a Ter um olhar diferente sobre as coisas mais simples que as cercam.

        “Podemos perceber a dança sensorialmente, através dos cinco sentidos, ou extra-sensorialmente, através dos nossos sentidos mais refinados.” (BONETTI, 1998, p.121)  Assim,  os significados que damos à vivências ou acontecimentos do cotidiano estão diretamente relacionados às percepções e sensações dos nossos corpos físico e emocional ou dos nossos corpos mais sutis.
                Uma visão religiosa ou de homem na sua totalidade, abrange as relações do corpo com o mundo, do movimento desse corpo no mundo. A percepção  do ser corporal em determinado tempo e espaço. “...A verdade intemporal também necessita do homem com sua corporalidade.”(WOSIEN, 2004, p.107)

                      “Se você pode andar, você pode dançar
                        Se você sabe falar, sabe cantar.”

            “O homem vivencia na dança a transfiguração de sua existência, uma metamorfose transcendente de seu interior, relativa ao ser e também à elevação ao seu eu divino. A dança , como na forma de uma imagem característica e móvel, é o próprio sagrado.” (Bernhard Wosien)

            “Através da dança como “religio” ou yoga, no sentido de estar colocado em conexão com a fonte, o ser humano participa ativamente do mistério da criação porque a dança busca transformar a criatura animal em um criador consciente de Deus, que ajuda a desabrochar o plano divino.” (Maria-Gabriele Wosien)